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Desenho do estudo

Os pesquisadores analisaram pequenas biópsias cerebrais obtidas durante cirurgias de derivação ventriculoperitoneal em 18 pessoas com suspeita de hidrocefalia de pressão normal, bem como líquido cefalorraquidiano e tecido de controlo pós-morte. Foram usadas imagens por espectrometria de massa e marcação com isótopos estáveis para examinar a química das placas e a renovação proteica.

O que o estudo encontrou

Placas de amiloide estavam presentes em 9 de 18 biópsias, enquanto os emaranhados tau maduros eram raros. O p-tau217 estava enriquecido junto às placas. A marcação detetou tau recém-formada em cerca de três horas e permitiu estimar a meia-vida da tau cerebral em aproximadamente 34 dias; quase não se detetou renovação nas placas.

Limites e interpretação

Essas amostras vieram de um pequeno grupo selecionado submetido a neurocirurgia, não de uma população representativa. Observações teciduais não estabelecem sintomas, risco futuro de demência ou efeitos de tratamentos. Os achados fornecem um método de pesquisa para estudar tecido humano vivo e requerem replicação.

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Fontes

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